- 5. Teoria Organizacional
1 - A fragilidade e parcialidade tanto da Teoria Clássica como da Teoria das Relações Humanas, ambas oponentes e contraditórias entre si, mas sem possibilitarem uma abordagem global, integrada e envolvente dos problemas organizacionais. Ambas as teorias revelam dois pontos de vista extremistas e incompletos sobre a organização, gerando a necessidade de um enfoque mais amplo e completo, tanto da estrutura como dos participantes da organização.
2 - Tornou-se necessário um modelo de organização racional capaz de caracterizar todas as variáveis envolvidas, bem como o comportamento dos membros dela participantes, e aplicável não somente à fábrica, mas a todas as formas de organização humana e principalmente às Empresas.
3 - O crescente tamanho e complexidade das Empresas passou a exigir modelos organizacionais mais bem definidos. Alguns historiadores verificaram que a indústria em grande escala depende da sua organização, da Administração e do grande número de pessoas com diferentes habilidades. Milhares de homens e mulheres devem ser colocados em diferentes setores de produção e em diferentes níveis hierárquicos: os engenheiros e administradores no alto da pirâmide e os operários na base. Devem executar tarefas específicas, devem ser dirigidos e controlados. Tanto a Teoria Clássica como a Teoria das Relações Humanas mostraram-se insuficientes para responder à nova situação, que se tomava mais complexa.
4 - O ressurgimento da Sociologia da Burocracia, a partir da descoberta dos trabalhos de Max Weber, o seu criador. Segundo essa teoria, um homem pode ser pago para agir e se comportar de certa maneira preestabelecida, a qual lhe deve ser explicada com exatidão, muito minuciosamente e em hipótese alguma permitindo que suas emoções interfiram no seu desempenho. A Sociologia da Burocracia propôs um modelo de organização e os administradores não tardaram em tentar aplicá-lo na prática em suas empresas. A partir daí, surge a Teoria da Burocracia na Administração.
- 6. A Prática da Teoria Organizacional
Isto fica bem claro num banco, onde as atividades realizadas são bastante mecânicas, e não apresentam muita variabilidade. Recentemente, elas vêm exigindo cada vez mais especialização por parte dos empregados, porém ainda se tratam de serviços muito específicos e que não requerem muito aprofundamento por parte dos empregados.
Com isso, busca-se atingir a máxima eficiência, o que é exigido de um banco que deve satisfação a uma enorme carta de clientes, que demandam serviços cada vez mais rápidos. É possível discernir também observar como a empresa é afetada pela organização hierárquica rigorosa, assim como a presença de um líder, na figura do gerente, que determina as metas e a organização dos serviços exercidos por cada um dentro da instituição.
Fonte: http://pt.shvoong.com/business-management/management/1961538-origens-da-teoria-da-burocracia/
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